"Pandemia da SIDA vai ressurgir" sem financiamento dos Estados Unidos

por Cristina Santos - RTP
Sergey Mikheev - Unsplash

A diretora executiva da ONUSIDA (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o VIH/SIDA), antecipa que haverá "mais 6,3 milhões de mortes relacionadas com a SIDA nos próximos quatro anos".

Winnie Byanyima alerta, em Genebra esta segunda-feira, que “se a assistência dos EUA não for restaurada e substituída por outro financiamento” “o impacto vai ser devastador”.

A responsável da ONUSIDA lembra que, após o anúncio de corte no financiamento dos Estados Unidos, nenhum Governo se comprometeu "a preencher a lacuna".

Winnie Byanyima admite que a “longo prazo, vemos a pandemia da SIDA a ressurgir à escala global, não só nos países de baixo rendimento (…) em África, mas também entre as populações-chave da Europa de Leste e da América Latina”.


Foto: Fabrice Coffrini - AFP

Mortes “como vimos nas décadas de 1990 e 2000”, declarou a diretora da ONUSIDA durante uma conferência de imprensa em Genebra.

Um encontro do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre VIH/SIDA (ONUSIDA) sobre o impacto dos cortes de financiamento dos Estados Unidos na resposta ao VIH.
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