Mundo
Lula e Bolsonaro trocam acusações no último debate eleitoral
Na última noite, foi o derradeiro debate entre os dois candidatos às presidenciais do Brasil: Lula da Silva defendeu o legado dos governos que liderou e Flávio Bolsonaro apostou na segurança e no custo de vida.
O último debate antes das presidenciais brasileiras de domingo foi especialmente marcado por acusações de corrupção.
No encontro promovido pela TV Globo, no Rio de Janeiro, o ainda presidente e candidato à reeleição destacou os investimentos públicos e os aumentos do salário mínimo. Por outro lado, o senador responsabilizou o Governo pelo endividamento das famílias e prometeu endurecer o combate à criminalidade.
“O brasileiro antes parcelava um fogão, parcelava um micro-ondas, parcelava a geladeira, agora parcelam o que tem dentro da geladeira”, atacou Flávio.
Lula respondeu com os programas de renegociação de dívidas e o combate às plataformas de apostas online, que acusou de consumir dinheiro destinado à alimentação das famílias.
As questões de segurança levaram a um debate mais intenso entre os candidatos e Bolsonaro acabou por prometer classificar organizações criminosas como terroristas.
No último bloco as acusações intensificaram-se: Lula questionou o alegado envolvimento de Flávio numa disputa pela propriedade de uma ilha reivindicada pelo futebolista Richarlison e as suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, associado ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
O filho mais velho de Jair Bolsonaro atacou insinuando que Lula recebeu um uísque de Daniel Vorcaro avaliado em 500 mil reais.
“Mentira, mentira e mentira. É a única coisa que esse rapaz sabe fazer”, respondeu Lula, afirmando ter entregue documentação patrimonial à Justiça Eleitoral e desafiando o adversário a fazer o mesmo.
Nas considerações finais, Lula disse: “Ou a gente mantém a democracia funcionando ou a gente vai ter um miliciano governando esse país”.
Flávio Bolsonaro encerrou a promete recuperar o poder de compra e defender a liberdade e a segurança. “A sua vida melhorou ou piorou nos últimos quatro anos?”, perguntou, antes de pedir o voto e apelar aos espetadores para que rezassem um Pai-Nosso.
Este debate teve um formato que orientou a discussão para temas concretos e problemas das diferentes regiões do país. Mas, para além dos temas centrais, os dois candidatos fizeram ataques pessoais.
Brasil decide, no domingo, quem será o próximo Presidente do maior país lusófono e da América Latina, numa luta entre o atual chefe de Estado, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho de Jair.
Os dois estão tecnicamente empatados nas sondagens, uma imagem de um país dividido ao meio.
C/Lusa
No encontro promovido pela TV Globo, no Rio de Janeiro, o ainda presidente e candidato à reeleição destacou os investimentos públicos e os aumentos do salário mínimo. Por outro lado, o senador responsabilizou o Governo pelo endividamento das famílias e prometeu endurecer o combate à criminalidade.
“O brasileiro antes parcelava um fogão, parcelava um micro-ondas, parcelava a geladeira, agora parcelam o que tem dentro da geladeira”, atacou Flávio.
Lula respondeu com os programas de renegociação de dívidas e o combate às plataformas de apostas online, que acusou de consumir dinheiro destinado à alimentação das famílias.
As questões de segurança levaram a um debate mais intenso entre os candidatos e Bolsonaro acabou por prometer classificar organizações criminosas como terroristas.
No último bloco as acusações intensificaram-se: Lula questionou o alegado envolvimento de Flávio numa disputa pela propriedade de uma ilha reivindicada pelo futebolista Richarlison e as suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, associado ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
O filho mais velho de Jair Bolsonaro atacou insinuando que Lula recebeu um uísque de Daniel Vorcaro avaliado em 500 mil reais.
“Mentira, mentira e mentira. É a única coisa que esse rapaz sabe fazer”, respondeu Lula, afirmando ter entregue documentação patrimonial à Justiça Eleitoral e desafiando o adversário a fazer o mesmo.
Nas considerações finais, Lula disse: “Ou a gente mantém a democracia funcionando ou a gente vai ter um miliciano governando esse país”.
Flávio Bolsonaro encerrou a promete recuperar o poder de compra e defender a liberdade e a segurança. “A sua vida melhorou ou piorou nos últimos quatro anos?”, perguntou, antes de pedir o voto e apelar aos espetadores para que rezassem um Pai-Nosso.
Este debate teve um formato que orientou a discussão para temas concretos e problemas das diferentes regiões do país. Mas, para além dos temas centrais, os dois candidatos fizeram ataques pessoais.
Brasil decide, no domingo, quem será o próximo Presidente do maior país lusófono e da América Latina, numa luta entre o atual chefe de Estado, Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho de Jair.
Os dois estão tecnicamente empatados nas sondagens, uma imagem de um país dividido ao meio.
O filho de Bolsonaro conseguiu na primeira volta, em 04 de outubro, uma vantagem de dois pontos percentuais sobre Lula da Silva e perfila-se como favorito na reta final da campanha para as eleições de 25 de outubro.
Último dia de campanha
Os candidatos à presidência brasileira Lula da Silva e Flávio Bolsonaro concentram hoje as ações de campanha nos maiores círculos eleitorais do país, numa tentativa de conquistar votos na véspera da segunda volta das eleições.
Da orla de Copacabana à Avenida Paulista, Lula da Silva percorre hoje dois dos palcos mais emblemáticos do país para encerrar a campanha, o primeiro e terceiro maiores colégios eleitorais brasileiros, com 34,1 milhões e 12,9 milhões de eleitores, respetivamente.
De manhã, caminha com os seus apoiantes junto à praia mais famosa do mundo e à tarde vai ao coração de São Paulo, a maior cidade da América Latina e centro financeiro do país, numa última tentativa de transformar a força das ruas em votos.
Já Flávio Bolsonaro, que parte na frente depois de ter vencido a primeira volta com cerca de dois pontos percentuais a mais que Lula, começa hoje de manhã no estado que tem acertado no vencedor das presidenciais desde 1989 e termina no berço político da família.
Em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais que é o segundo maior colégio eleitoral do país com 16,4 milhões de eleitores, o candidato do Partido Liberal realiza um desfile de motas entre a Praça do Papa e a Praça da Liberdade.
À tarde, vai para a zona oeste da `cidade maravilhosa`, para participar numa caravana na Barra da Tijuca com destino à casa onde o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, vivia.
Os candidatos à presidência brasileira Lula da Silva e Flávio Bolsonaro concentram hoje as ações de campanha nos maiores círculos eleitorais do país, numa tentativa de conquistar votos na véspera da segunda volta das eleições.
Da orla de Copacabana à Avenida Paulista, Lula da Silva percorre hoje dois dos palcos mais emblemáticos do país para encerrar a campanha, o primeiro e terceiro maiores colégios eleitorais brasileiros, com 34,1 milhões e 12,9 milhões de eleitores, respetivamente.
De manhã, caminha com os seus apoiantes junto à praia mais famosa do mundo e à tarde vai ao coração de São Paulo, a maior cidade da América Latina e centro financeiro do país, numa última tentativa de transformar a força das ruas em votos.
Já Flávio Bolsonaro, que parte na frente depois de ter vencido a primeira volta com cerca de dois pontos percentuais a mais que Lula, começa hoje de manhã no estado que tem acertado no vencedor das presidenciais desde 1989 e termina no berço político da família.
Em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais que é o segundo maior colégio eleitoral do país com 16,4 milhões de eleitores, o candidato do Partido Liberal realiza um desfile de motas entre a Praça do Papa e a Praça da Liberdade.
À tarde, vai para a zona oeste da `cidade maravilhosa`, para participar numa caravana na Barra da Tijuca com destino à casa onde o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, vivia.
C/Lusa