Os EUA anunciaram sexta-feira que chegaram a acordo com o Iraque para acabar a missão contra o grupo que se designa por Estado Islâmico, em setembro de 2025, neste país árabe.
Na futura "relação bilateral de segurança" normalizada, quanto a este assunto, os EUA passam a ter um papel de assessoria e apoio.
Durante um encontro com jornalistas, dirigentes norte-americanos adiantaram que ainda não havia acordo sobre a redução de tropas dos EUA no país, algo que Bagdad reclama desde há algum tempo.
Esta missão começou em 2014, com uma coligação de Estados liderados pelos EUA para enfrentar a rápida expansão do EI no Iraque e na Síria.
Uma porta-voz do Pentágono, Sabrina Singh, insistiu que os EUA não se estão a retirar do Iraque.
Os EUA mantêm 2.500 militares no Iraque e na Síria.
Este plano de transição para acabar com a missão contra o EI foi acordado em abril, quando o primeiro-ministro iraquiano, Mohamed Shia al-Sudani, se deslocou aos EUA e se reuniu com o presidente Joe Biden.
Os norte-americanos salientaram que a luta contra o EI não acabou, mas que a capacidade deste está muito reduzida, não controla território e as forças de segurança iraquianas têm demonstrado melhorias das suas capacidades operacionais contra o grupo.