AFP
Já começa a haver consequências na Coreia do Sul, na sequência da tentativa falhada do presidente de impor a lei marcial. O ministro sul-coreano da Defesa pediu desculpa ao país e apresentou a demissão.
Nas ruas de Seul, a contestação sobe de tom com centenas de pessoas nas ruas a pedirem a demissão do presidente.
Entretanto a União Europeia já veio saudar o levantamento da lei marcial decretada na terça-feira pelo presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, e disse que continua empenhada na parceria com Seul.
Numa decisão que surpreendeu o país, Yoon decretou na terça-feira a lei marcial para “eliminar os elementos hostis ao Estado” e “proteger a Coreia do Sul liberal das ameaças colocadas pelas forças comunistas norte-coreanas”.
O Parlamento aprovou em seguida uma resolução a anular a decisão presidencial e Yoon, que foi criticado pelo seu próprio partido Poder Popular, levantou a lei marcial seis horas depois.
O Parlamento aprovou em seguida uma resolução a anular a decisão presidencial e Yoon, que foi criticado pelo seu próprio partido Poder Popular, levantou a lei marcial seis horas depois.