Alma dos Livros lança nova coleção dedicada aos clássicos da literatura mundial

Alma dos Livros lança nova coleção dedicada aos clássicos da literatura mundial

Uma nova coleção dedicada aos clássicos da literatura mundial, que revisita "obras intemporais que continuam a dialogar com o presente", é a aposta da editora Alma dos Livros no ano em que assinala o seu 10.º aniversário.

Lusa /

"O novo projeto editorial, dedicado aos clássicos da literatura mundial, pretende revisitar histórias eternas e apresentá-las a novas gerações de leitores, sem esquecer aqueles que as desejam redescobrir", indica a editora, em comunicado.

Um ano após o lançamento da coleção Alma Literária, dedicada à ficção contemporânea, a editora portuguesa inicia agora um novo projeto editorial centrado em textos fundamentais da literatura universal, que regressam às livrarias com uma "nova imagem, mais ajustada às dinâmicas e exigências do mercado atual".

O primeiro título da coleção é "O primeiro amor", de Ivan Turguéniev, uma narrativa sobre memória, juventude e sentimento, que chega às livrarias a 21 de janeiro.

Segue-se, no dia 11 de março, a publicação de "De quanta terra precisa o Homem", de Lev Tolstoi, um texto breve que "continua a interpelar o leitor contemporâneo sobre ambição, moral e humanidade".

A 08 de abril, a coleção cresce com "Gente Pobre", o romance de estreia de Fiódor Dostoiévski, que se mantém atual na sua reflexão sobre desigualdade, dignidade e empatia.

Segundo o editor da Alma dos Livros, Ricardo Antunes, esta nova coleção reafirma a missão da editora, que ao longo de quase uma década tem procurado "oferecer livros para todas as idades e de todos os géneros literários".

"Os clássicos são essenciais nesse percurso, porque continuam a falar connosco, independentemente do tempo em que vivemos", acrescentou.

A editora sublinha que a coleção nasce da convicção de que muitas destas obras, escritas há mais de um século, permanecem profundamente atuais não apenas pelos temas e emoções que abordam, mas também pelas questões que continuam a colocar ao leitor contemporâneo.

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